quinta-feira, 6 de novembro de 2008

O futuro está chegando

O futuro está chegandoNas últimas décadas, os jovens avançaram nos estudos três vezes mais do que a média histórica. Agora, com o mercado aquecido, esta onda educacional propaga confiança no futuro

A juventude é para alguns um estado de espírito, não determinado pela idade em si, mas pela postura da pessoa diante do futuro. O jovem seria aquele que acredita que o melhor da vida ainda está por vir. Numa pesquisa sobre o tema, essa visão é corroborada por questões às quais a pessoa atribui diretamente nota subjetiva de 0 a 10 sobre a sua respectiva satisfação com a vida. Contrastamos a questão da satisfação no presente com outra, referente à expectativa de felicidade cinco anos no futuro. Os mais jovens apresentam os maiores diferenciais entre felicidade futura e a presente. Não tanto porque a felicidade presente decline com a idade do entrevistado, mas pela queda da felicidade esperada no futuro. Em suma, os de menor idade tendem a estar impregnados de positividade em relação ao respectivo futuro, o que vai diminuindo com a idade. Essas afirmações e dados não são específicos do Brasil, mas de uma amostra de 132 países coberta pelos microdados da pesquisa do Gallup World Poll, de 2006, explorados em projeto nosso para o BID. O que é específico do Brasil é a alta expectativa em relação ao futuro – nossa nota média é 8,24, mais do que qualquer um dos países da amostra. Somos campeões mundiais de felicidade futura. Essa interpretação permite reconciliar duas qualificações recorrentemente atribuídas ao Brasil: “país jovem”, por uns, e “o país do futuro”, por outros. Mais do que um país de jovens na sua composição demográfica, o Brasil é um país habitado por jovens de espírito jovem. A média de felicidade futura do brasileiro entre 15 e 29 anos é 9,29, também superior a qualquer um dos países pesquisados. Agora, o debate tupiniquim acerca dos jovens, nos últimos anos, tem enfatizado baixos salários, altas taxas de desemprego e de informalidade. Haveria base concreta para o otimismo do jovem brasileiro em relação ao seu futuro? Vejamos: do ponto de vista prático, a juventude é a fase de transição da vida infantil para a adulta. Neste trajeto, a escola ocupa, ou pelo menos deveria ocupar, o papel central na infância, enquanto a geração de renda e a inserção no mercado de trabalho são os principais objetivos da vida adulta. Esta tensão entre os retornos futuros do investimento em educação e a urgência da geração de renda no presente representa o principal dilema econômico enfrentado pelos jovens: devo estudar e/ou trabalhar? Ser educado, ou estar trabalhando – eis a questão. É para buscar respostas às perguntas sobre a empregabilidade do jovem hoje e sua relação com o nível educacional, entre outros aspectos, que o Instituto Votorantim vem apoiando uma extensa pesquisa do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas (CPS/IBRE/FGV). Algumas constatações do estudo, apresentadas a seguir, podem contribuir para o diagnóstico, desenho, operacionalização e difusão de ações voltadas ao jovem brasileiro no campo do trabalho.
Estagnação no trabalhoA literatura de bem-estar social sintetiza o desempenho social em medidas objetivas baseadas em renda, na qual aquela advinda do trabalho desempenha papel central, sendo responsável por cerca de três quartos da renda dos brasileiros. A literatura também revela que anos completos de estudo, apesar de suas óbvias limitações, são a principal variável, entre as que conseguimos observar, a explicar o desempenho das pessoas ao longo de suas vidas trabalhistas. Diversas são as variáveis que caracterizam a performance trabalhista, tais como a ocupação, o desemprego, o salário, a extensão da jornada e a participação no mercado de trabalho, entre outras. Propomos no projeto “Educação e Emprego do Jovem”, resultado de parceria com o Instituto Votorantim, uma metodologia que mapeia a evolução de cada um dos principais ingredientes trabalhistas referentes aos impactos exercidos sobre a renda total auferida pelos jovens. Sintetizando uma estória longa: a renda individual média do jovem de 15 a 29 anos sobe 18% de 1992 a 2006, sendo quase um quinto deste aumento associado a aumento de rendas não trabalhistas, como transferências privadas (mesadas e pensões alimentícias) e, em particular, transferências públicas advindas de programas sociais. Entre os fatores trabalhistas puros, houve estagnação da probabilidade de o jovem estar ocupado. Ou seja, boa parte do aumento de renda decorre do aumento do salário de cada jovem ocupado, que por sua vez pode ser decomposta em mudança do salário por cada ano de educação e do total de anos de estudos. A “recompensa” salarial por ano de estudo caiu ao longo da última década. Acompanhe o raciocínio: se alguém ganhasse R$ 644, tendo oito anos de estudo, cada ano valeria R$ 80; mas, atualmente, para chegar nesse mesmo nível de salário, seriam necessários pouco mais de 10 anos de estudo, pois cada ano está valendo R$ 63,50. Um sujeito que ficasse nos oito anos de estudo, ganharia hoje cerca de R$ 508 contra os R$ 644 em 1992. Ou seja, é preciso estudar cada vez mais anos para manter a mesma renda ou para aumentá-la, porque o prêmio obtido no mercado de trabalho por cada ano de estudo diminuiu. A situação de estagnação econômica, portanto, não valoriza os anos a mais. Mas quando a economia se aquece, isso faz diferença. Resta, portanto, como fator de expansão o nível de educação do jovem, que explica 180% do aumento de renda. Isto é, não só cobre a totalidade da queda do prêmio salarial proporcionado por cada ano de estudo, como gera, além disso, 80% do ganho de renda observado. A estagnação do mercado de trabalho impediu que a forte expansão educacional observada se traduzisse em ganhos expressivos de renda. Outra explicação para o paradoxo da estagnação trabalhista, apesar da expansão da escolaridade, é que o ganho de quantidade foi acompanhado de perda da qualidade da educação. Daí a importância prospectiva do novo foco em qualidade da educação perseguido por iniciativas como o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), do Governo Federal, e o Compromisso Todos Pela Educação, da sociedade civil.
Mais educaçãoSegundo a definição das políticas públicas adotadas no Brasil, juventude corresponde à faixa etária de 15 a 29 anos. Uma média deste vasto grupo etário esconde tanto quanto revela. Se dividirmos o grupo nas faixas de 15 a 21 anos – os abaixo da maioridade plena, mais voltados ao estudo – e aqueles entre 22 e 29 anos de idade, já mais voltados ao mundo do trabalho, nota-se diminuição da atividade no mercado de trabalho do primeiro grupo e um aumento no segundo. Essas mudanças podem ambas ser consideradas avanços. O lugar do jovem de 15 a 21 anos é a escola. Nesta visão, a filosofia do finado programa federal Primeiro Emprego, de subsidiar o capital para contratar trabalho já na tenra idade de 16 anos, seria prematura, enquanto a recém-adotada extensão da idade máxima, sujeita às condicionalidades da educação, do Bolsa Família, de 15 para 17 anos, apontaria na direção correta. Agora, impressiona o aumento da educação de ambos os grupos de jovens. Entre 1992 e 2006, a média de anos de estudo do grupo de 15 a 21 anos sobe 3,1 anos completos de estudo, e daquele entre 22 e 29 anos sobe 2,5 anos. Para efeito de comparação, o grupo etário de 30 a 39 anos avança, no mesmo período de 14 anos, 1,7 anos de estudo. Avanço um pouco superior ao da média histórica brasileira de cerca de 1 ano de estudo por década, o que faz este grupo pós-jovem chegar a 8,1 anos completos de estudo em 2006, média inferior àquela atingida pelo grupo de 15 a 21 anos de idade, de 8,9 anos de estudo. Ou seja, o grupo de 15 a 21 anos – que a rigor ainda não terminou todo o seu processo educacional formal – já ultrapassou a escolaridade do grupo de 30 a 39 anos, o que demonstra uma marcada aceleração do processo educacional brasileiro, pelo menos do ponto de vista de quantidade de educação obtida. A geração mais nova está fazendo o seu dever de casa em relação ao seu próprio futuro. Neste sentido, se eu perguntasse ao jovem brasileiro: “dada a precária situação trabalhista pregressa, o porquê da alta expectativa de felicidade futura?”, uma boa resposta seria: “É a educação, estúpido”. Outra resposta válida seria a melhora do desempenho trabalhista observado apenas no período mais recente, presente nas percepções futuras dos jovens. O período de 1992 a 2006 analisado encerra dois períodos: o de 1992 a 2003, em que a renda fica estagnada, e o da posterior reversão trabalhista, de 2003 a 2006 em que a renda sobe 22,9 %. Passamos da fase da crise do desemprego ao regime do apagão de mão-de-obra. Complementarmente, já existem dados no Brasil que permitem ir além de 2006 e tratar o que era então futuro como observação passada. Nas seis maiores regiões metropolitanas, os jovens experimentaram aumento da renda do trabalho, aí incluindo-se o efeito dos novos postos de trabalho de 24,8% nos primeiros quatro meses de 2008, comparados ao mesmo período de dois anos atrás. Além da renda média bombando, observamos mais crescimento entre os trabalhadores mais pobres. Já os dados do Caged (Cadastro Geral dos Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho, revelam recordes sobre recordes das séries históricas de geração de emprego formal no País, aquele que se encontrava até há pouco em processo de extinção gradual. Em 2007, tivemos 1,6 milhão de novos empregos formais, sendo 93% de jovens até 29 anos. Apesar das nuvens da recessão americana no horizonte, os mesmos dados mostram, no primeiro semestre de 2008, um crescimento agregado de 24,2% em relação ao nível recorde de 2007, o que indica que não só os jovens, mas os empresários estão apostando no futuro e contratando em especial aqueles que puderam e sabiamente quiseram investir em educação.





Depoimento “Falam muito hoje em ensino médio profissionalizante, mas não sei o quanto isso é bom. Aos 15, 16 anos, acho que você tem de estar focado em estudo mesmo, em adquirir conhecimento e não em aprender alguma habilidade profissional. E valorizar o conhecimento nessa idade depende da sua trajetória escolar e familiar desde a infância. É nessa fase que você tem de aprender a importância de aprender. A maioria dos estudantes, no ensino médio, não está nem aí para as questões relacionadas a trabalho, a um futuro profissional. Não pensam nisso, não estão ligados, maduros para isso. E quando o cara tem de trabalhar nessa idade não consegue se dedicar direito nem aos estudos nem ao trabalho. O que pode acrescentar, nessa fase, são cursos como o que eu fiz, quando estava no fim do 3º ano, no Instituto ProA. O curso me apresentou o funcionamento de uma empresa e o lado comportamental nesse ambiente. Quando comecei a trabalhar no início deste ano, em uma empresa com várias linhas de negócios – imóveis, agropecuária, investimentos, já estava familiarizado, não tive dificuldades para me ambientar. Esse curso fez diferença, me deu um rumo. E a experiência no trabalho me ajuda a clarear o caminho a seguir. Mas ter conhecimentos é fundamental no mundo do trabalho, então estou me preparando agora para prestar economia no vestibular.” DANILO BARBOSA, 19 ANOS, trabalha em empresa de capitais, depois de participar de capacitação no Instituto ProA (www.institutoproa.org.br)
Fonte: http://ondajovem.terra.com.br

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Oi pessoal, estou passando para dizer oi e também que em breve contribuirei  com conteúdo!

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Aquecimento Global

Entenda o aquecimento Global, Efeito Estufa, conseqüências, aumento da temperatura mundial, degelo das calotas polares, gases poluentes, Protocolo de Kyoto, furacões, cliclones, desertos, clima.

Poluição atmosférica: principal causa do aquecimento global
Todos os dias acompanhamos na televisão, nos jornais e revistas as catástrofes climáticas e as mudanças que estão ocorrendo, rapidamente, no clima mundial. Nunca se viu mudanças tão rápidas e com efeitos devastadores como tem ocorrido nos últimos anos.
A Europa tem sido castigada por ondas de calor de até 40 graus centígrados, ciclones atingem o Brasil (principalmente a costa sul e sudeste), o número de desertos aumenta a cada dia, fortes furacões causam mortes e destruição em várias regiões do planeta e as calotas polares estão derretendo (fator que pode ocasionar o avanço dos oceanos sobre cidades litorâneas). O que pode estar provocando tudo isso? Os cientistas são unânimes em afirmar que o aquecimento global está relacionado a todos estes acontecimentos.

Pesquisadores do clima mundial afirmam que este aquecimento global está ocorrendo em função do aumento da emissão de gases poluentes, principalmente, derivados da queima de combustíveis fósseis (gasolina, diesel, etc), na atmosfera. Estes gases (ozônio, dióxido de carbono, metano, óxido nitroso e monóxido de carbono) formam uma camada de poluentes, de difícil dispersão, causando o famoso efeito estufa. Este fenômeno ocorre, pois, estes gases absorvem grande parte da radiação infra-vermelha emitida pela Terra, dificultando a dispersão do calor.

O desmatamento e a queimada de florestas e matas também colabora para este processo. Os raios do Sol atingem o solo e irradiam calor na atmosfera. Como esta camada de poluentes dificulta a dispersão do calor, o resultado é o aumento da temperatura global. Embora este fenômeno ocorra de forma mais evidente nas grandes cidades, já se verifica suas conseqüências em nível global.

Derretimento de gelo nas calotas polares: uma das consequências do aquecimento global.

Conseqüências do aquecimento global:
- Aumento do nível dos oceanos: com o aumento da temperatura no mundo, está em curso o derretimento das calotas polares. Ao aumentar o nível da águas dos oceanos, pode ocorrer, futuramente, a submersão de muitas cidades litorâneas;
- Crescimento e surgimento de desertos: o aumento da temperatura provoca a morte de várias espécies animais e vegetais, desequilibrando vários ecossistemas. Somado ao desmatamento que vem ocorrendo, principalmente em florestas de países tropicais (Brasil, países africanos), a tendência é aumentar cada vez mais as regiões desérticas do planeta Terra;
- Aumento de furacões, tufões e ciclones: o aumento da temperatura faz com que ocorra maior evaporação das águas dos oceanos, potencializando estes tipos de catástrofes climáticas;
- Ondas de calor: regiões de temperaturas amenas têm sofrido com as ondas de calor. No verão europeu, por exemplo, tem se verificado uma intensa onda de calor, provocando até mesmo mortes de idosos e crianças.

Protocolo de Kyoto
Este protocolo é um acordo internacional que visa à redução da emissão dos poluentes que aumentam o efeito estufa no planeta. Entrou em vigor em 16 de fevereiro de 2005. O principal objetivo é que ocorra a diminuição da temperatura global nos próximos anos. Infelizmente os Estados Unidos, país que mais emite poluentes no mundo, não aceitou o acordo, pois afirmou que ele prejudicaria o desenvolvimento industrial do país.

Conferência de Bali
Realizada entre os dias 3 e 14 de dezembro de 2007, na ilha de Bali (Indonésia), a Conferência da ONU sobre Mudança Climática terminou com um avanço positivo. Após 11 dias de debates e negociações. Os Estados Unidos concordaram com a posição defendida pelos países mais pobres. Foi estabelecido um cronograma de negociações e acordos para troca de informações sobre as mudanças climáticas, entre os 190 países participantes. As bases definidas substituirão o Protocolo de Kyoto, que vence em 2012.

Soluções para o Aquecimento Global
Exemplos de medidas para diminuir o aquecimento global, através do desenvolvimento sustentável.
Energia eólica: fonte de energia limpa para combater o aquecimento global.
Introdução
A emissão de gases poluentes tem provocado, nas últimas décadas, o fenômeno climático conhecido como efeito estufa. Este tem gerado o aquecimento global do planeta. Se este aquecimento continuar nas próximas décadas, poderemos ter mudanças climáticas extremamente prejudiciais para o meio ambiente e para a vida no planeta Terra.

Soluções para diminuir o Aquecimento Global

· Diminuir o uso de combustíveis fósseis (gasolina, diesel, querosene) e aumentar o uso de biocombustíveis (exemplo: biodíesel) e etanol.
· Os automóveis devem ser regulados constantemente para evitar a queima de combustíveis de forma desregulada. O uso obrigatório de catalisador em escapamentos de automóveis, motos e caminhões.
· Instalação de sistemas de controle de emissão de gases poluentes nas indústrias.
· Ampliar a geração de energia através de fontes limpas e renováveis: hidrelétrica, eólica, solar, nuclear e maremotriz. Evitar ao máximo a geração de energia através de termoelétricas, que usam combustíveis fósseis.
· Sempre que possível, deixar o carro em casa e usar o sistema de transporte coletivo (ônibus, metrô, trens) ou bicicleta.
· Colaborar para o sistema de coleta seletiva de lixo e de reciclagem.
· Recuperação do gás metano nos aterros sanitários.
· Usar ao máximo a iluminação natural dentro dos ambientes domésticos.
· Não praticar desmatamento e queimadas em florestas. Pelo contrário, deve-se efetuar o plantio de mais árvores como forma de diminuir o aquecimento global.
· Uso de técnicas limpas e avançadas na agricultura para evitar a emissão de carbono.
· Construção de prédios com implantação de sistemas que visem economizar energia (uso da energia solar para aquecimento da água e refrigeração).

segunda-feira, 12 de maio de 2008

MUNDANÇA DE SEDE DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO

MUNDANÇA DE SEDE DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO
MATÉRIA PUBLICADA EM MARÇO DE 2008
JORNAL COMUNIDADE ATIVA

Muitos de nossos alunos tem nos procurado - principalmente de cursos técnicos - buscando informações quanto a validade de seus históricos escolares, tendo em vista terem cursado parte ou todo o Ensino Médio na modalidade EJA em ESCOLA CONCORRENTE. Tal procura por parte dos alunos, deve-se a veiculação da notícia no Jornal Comunidade Ativa durante o mês de março de 2008.
Sobre tal assunto temos informado:

a) Nossa Instituição formulou consulta sobre o assunto em 28 de janeiro de 2008 à 28ª Coordenadoria, solicitando informações, visto que, segundo a Resolução do CEED nº 282 de 15.06.05 em seu Art. 4º diz que: “Implica em irregularidade de oferta de ensino o funcionamento de curso em local não indicado no ato de Credenciamento ou de Recredenciamento bem como atividades de ensino nesses locais”. Em nosso entendimento, a ESCOLA CONCORRENTE feriu por completo a Normal Legal vigente.

b)Tendo em vista a demora em obtermos respostas a consulta formulada e, levando em consideração a emissão do Parecer 264/2008 de 08 de abril de 2008, e a urgência do assunto, levamos ao conhecimento do Ministério Público de Cachoeirinha, para que as devidas providências fossem tomadas, em virtude de tal parecer ter sido emitido com base na Resolução de nº 266 de 20 de março de 2002, portanto, utilizando norma anterior a última vigente, como vimos, desde 15.06.05.

c)Mesmo que fosse levado em consideração o próprio Parecer 266 de 2002, como ora se argumenta, o Art. 30 deste Parecer diz: “Sempre que ocorrer ampliação ou construção de prédio escolar, as dependências poderão ser ocupadas para fins de ensino somente depois de terem sido vistoriadas por Comissão Verificadora do Órgão Regional da Secretaria de Estado da Educação.” Como toda a Comunidade sabe, ao longo dos semestre de 2005/2, 2006/1 e parte de 2006/2, a mudança de Sede da ESCOLA CONCORRENTE ocorreu para locais impróprios e por último, para o local onde hoje está. As duas mudanças, até onde sabemos, e os documentos mostram isso, ocorreram sem a devida autorização da Coordenadoria de Ensino e nem do Conselho Estadual de Educação. A pergunta que fica é : Para onde a ESCOLA CONCORRENTE foi quando da construção do local onde agora estão ?

Sendo assim, em nossa avaliação, todas as irregularidades apontadas pelo Jornal Comunidade Ativa são pertinentes, incluindo ainda outros semestres como: 2007/1, 2007/2 e parte de 2008/1. Estamos acompanhando todas as manifestações formuladas aos mais diferente Órgãos, tanto no Executivo como no Judiciário. Em breve estaremos também levando o assunto ao Legislativo Estadual, junto à Comissão de Educação. Procuraremos manter a Comunidade informada quando aos rumos que tal questão se encaminhará.

Cachoeirinha, 12 de maio de 2008.

VANDERLAN V. LEITE - Diretor

sexta-feira, 9 de maio de 2008

ESTUDOS INTENSIVO DO INSTITUTO ROHDEN

ESTUDOS INTENSIVO DO INSTITUTO ROHDEN
ANOS 2001 À 2004 - DECISÃO DO
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Em 11 de abril de 2007, foi emitido o ACÓRDÃO – Apelação Civil nº 70017687435 – pela Quinta Câmara Civil da Comarca de Porto Alegre, onde coloca a última decisão sobre o assunto. Entre outras assertivas é colocado:

“ ... o ponto nevrálgico da questão, a meu sentir, reside na investigação da efetiva aprendizagem ou não dos alunos, ...”.

Adiante diz ainda:

“ ...destaco que, conforme se afere da fl.675 do caderno processual, a 28ª Coordenadoria de Educação convocou os ex-alunos da instituto impetrante, matriculados sob o regime de intensivo, para serem re-avaliados. Ou seja, os ex-alunos prestaram uma prova a respeito das matérias lecionadas que freqüentaram sob o regime de intensivo. Quer dizer que os que passaram no teste tiveram o(s) certificado(s) de conclusão da(s) matérias validados pelo CEED, não lhes acarretando qualquer prejuízo.” O destaque é nosso.

Sendo assim, fica claro, que a medida em que a efetiva aprendizagem foi investigada pela 28ª CRE com os instrumentos de avaliação definidos pelos responsáveis na ocasião da realização da verificação dos conhecimentos assimilados, nada mais existe para ser realizado. Fica evidenciado também pela decisão – e o Parecer CEED 616/2004 em seu item 12, confirma – que a re-avaliação deverá ser realizada apenas com os alunos que concluíram o Ensino Médio com o Intensivo, ou seja, cursaram alguma disciplina do 3º ano. Assim, os demais alunos que cursaram alguma disciplina do 1º ou 2º ano, existe a necessidade apenas de as Escolas de destino, fazerem referência ao Parecer nos Históricos Escolares expedidos.

Cachoeirinha, maio de 2008.

Vanderlan V. Leite - Diretor